Ação de graças

 Lições da Bíblia1

1. Leia 2 Coríntios 1:3-7. Por que Paulo manifesta gratidão nesse trecho?

2Coríntios 1:3-7 (NAA)2: 3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação! 4 É ele que nos consola em toda a nossa tribulação, para que, pela consolação que nós mesmos recebemos de Deus, possamos consolar os que estiverem em qualquer espécie de tribulação. 5 Porque, assim como transbordam sobre nós os sofrimentos de Cristo, assim também por meio de Cristo transborda o nosso consolo. 6 Se somos atribulados, é para o consolo e a salvação de vocês; se somos consolados, é também para o consolo de vocês. Esse consolo se torna eficaz na medida em que vocês suportam com paciência os mesmos sofrimentos que nós também suportamos. 7 A nossa esperança em relação a vocês é sólida, sabendo que, assim como vocês são participantes dos sofrimentos, assim também serão participantes da consolação.

A gratidão de Paulo se concentra no consolo que Deus concede aos que sofrem. Nesse parágrafo, o verbo “consolar” (parakaleo) e o substantivo “consolo” (paraklesis) aparecem juntos dez vezes – cerca de um terço de todas as ocorrências desses termos em 2 Coríntios (29 vezes). Deus é apresentado como o “Pai de misericórdias e Deus de toda consolação”, que “nos consola em toda a nossa tribulação” (2Co 1:3, 4).

Não devemos reter para nós o consolo que recebemos de Deus (2Co 1:4, 5). Somente o coração aflito que foi alcançado pela consolação divina está apto a consolar, de forma eficaz, os que também passam por aflições.

Paulo podia consolar outros porque, em meio aos próprios sofrimentos, recebeu consolo de Deus: “Se somos atribulados, é para o consolo e a salvação de vocês; se somos consolados, é também para o consolo de vocês” (2Co 1:6, ênfase acrescentada). Isso é amor!

2. Pelo que Paulo dá graças em 2 Coríntios 1:8-11?

2 Coríntios 1:8-11 (NAA)2: 8 Porque não queremos, irmãos, que vocês fiquem sem saber que tipo de tribulação nos sobreveio na província da Ásia. Foi algo acima das nossas forças, a ponto de perdermos a esperança até da própria vida. 9 De fato, tivemos em nós mesmos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós mesmos, e sim no Deus que ressuscita os mortos, 10 o qual nos livrou e ainda livrará de tão grande morte. Nele temos esperado que ainda continuará a nos livrar, 11 enquanto vocês nos ajudam com orações a nosso favor, para que, por muitos, sejam dadas graças a Deus a nosso respeito, pelo benefício que nos foi concedido por meio da súplica de muitos.

Paulo fala de uma aflição “acima das nossas forças”, que o levou, junto com seus companheiros, a temer que não sobrevivessem (2Co 1:8). Por um momento, a ressurreição lhes pareceu a única esperança. Mas Deus os livrou, e o cenário mudou (2Co 1:10). Do temor da morte (2Co 1:8), eles passam à esperança implícita de que Deus os livraria novamente (2Co 1:10). As vitórias divinas no passado nos dão confiança de que Ele agirá da mesma forma no futuro. Deus Se vale das aflições para nos ensinar a confiar Nele. As dificuldades da vida podem nos conduzir à maturidade espiritual, à medida que permitimos que nos aproximem do Senhor. A ação de graças de Paulo também evidencia o poder da intercessão e a gratidão que experimentamos pelo livramento divino (2Co 1:11).

O que tem ajudado você a lidar com o sofrimento que, de uma forma ou de outra, todos enfrentamos?

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. 1 e 2 Coríntios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 525, jul. ago. set. 2026. Adulto, Professor.

2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

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